Mudei.
Agora você me encontra aqui:
http://retalhoseideias.blogspot.com/2011/08/minha-nova-casa-meu-espaco.html
Beijos
Mudei.
Agora você me encontra aqui:
http://retalhoseideias.blogspot.com/2011/08/minha-nova-casa-meu-espaco.html
Beijos
Andei um tempo afastada.
Motivo? Falta de tempo, faculdade e o mais importante “trabalho”.
Senti falta deste cafofo e resolvi voltar para desabafar.

Nesse período de ausência vivi mais coisas boas do que ruins, e antes que alguém questione não estou revivendo o passado, ok?! Sei que, o que importa é o presente, mas para ser bem sincera, esse presente está me enlouquecendo. As coisas estão acontecendo rápidas demais e ao mesmo tempo devagar. Confesso que estava satisfeita até o final do ano passado com a forma que tudo corria, porém nada é perfeito… Hoje, sinto que, profissionalmente falando voltei a estaca zero. Corri, corri, corri, para no final das contas parar no mesmo lugar.
Continuarei acreditando que tudo vai melhorar e que meus esforços não foram em vão.

Imagem:Muliquela
Quem é esse ser que se diz humana para apontar um dedo para outra enquanto se têm quatro apontados para ela? Criatura fútil e mal amada. É de ficar estagnada diante da postura ínvida de um monstro que se diz mulher. Ninguém merece!
Não consigo entender como uma criatura maldosa, escrupulosa, egocêntrica, superficial, grosseira, possessiva, rancorosa e agressiva consegue “sobreviver” dentro da nossa sociedade.
Como um ser que se diz humana (não sei onde) pode dizer que tem ética, que é honesta (tenha dó) e que, coitadinha, é ingênua. Quanta ingenuidade da boa moça!!! Chega a nos comover! A hiper-mega-inteligente boa moça. A sabichona que é melhor que os outros, mas que talvez não tenha conhecimento ainda (ou até teve, mas não consegue assumir) de que não passa de uma “Zé Ninguém” para muitos.
O mais engraçado de tudo, é que essa criatura não lembrou (ou não tem mesmo) de ter ética para expor virtualmente o link do Orkut de outra pessoa e ainda por cima difamá-la potencialmente para ficar no final das contas como a injustiçada. Agora se acha no direito de sentir-se ofendida. Se acha no direito de incomodar os outros com sua dor de cotovelo. Achou que fazendo isso ia causar, tumutar. Essa louca difamou, injuriou sem importar-se com mais nada, sem importar-se com a moral. Viu somente seu umbigo. Seu mundinho sujo e medíocre.
É maldosa sim, língua afiada que consegue soltar palavras infames e que provocou dor. Dor numa pessoa que ela nem conhece (que na verdade, hoje para essa pessoa, a criatura soma-se a matemática do nada onde nada+nada é = a nada), dor no homem que um dia esse ser bichada escreveu para todos os ventos as intimidades que viveram. Só pode ser louca! Não poupou a história que criaram, não poupou o respeito mútuo. Tinha que sair da história como a humilhada, traída, e blá blá blá. Talvez coisa de mulher trocada por outras. Coisa de mulher que não tem nada para oferecer, coisa de mulher dissimulada.
Essa mesma criatura teve a capacidade de citar por diversas vezes que é a outra que tem ciúmes, a outra que tem inveja. É. Vai saber! Então questiono: Inveja do que? De uma mulher feia por fora e podre por dentro, pobre de espírito e que acha que tem tudo, mas no fundo não tem nada? Ciúmes de que ou do que? Quem gostaria de estar na pele dessa pobre individua? Será insegurança diante da vida? Do amor, que jamais experimentou? Será que esse ser tem algo bom dentro de si?
Como ele mesmo falou (pessoa mais doce que se pode existir e que não precisava ter passado por essa aporrinhação): Não dê “trela” para essa invejosa. Finja que aceita o que diz e vamos sorrir por fora e por dentro. A melhor atitude diante da inveja alheia é o nosso silêncio. “Ela não merece nossa reflexão, nem nosso retorno, muito menos nossa compreensão, essa criatura merece apenas entender que o açoite humano desfaz alianças de respeito, admiração e deixam marcas difíceis de superar…”
Lindas palavras! Detalhe:“Plagiei dele.” Antes que fucem aqui e cause novamente.
imagem: IMOTION
Ela queria voltar a morar no céu. Tive certeza que aqui não era seu lugar.
Começou a pensar em alguns planos.
Pensou nos balões coloridos que havia ganhado no dia do seu aniversário.
Ela não tinha medo de voar.
Imaginou como seria lindo ver novamente do alto, o azul do mar e o verde das árvores. Lembrou do seu amigo Sol.
Lembrou da sua irmã mais velha, a Estrela Cadente.
A vontade imensa de voltar apertava mais seu coraçãozinho.
Pensou no pai, na mãe. Adormeceu.
No outro dia, acordou disposta a colocar seu plano em prática.
Mas antes foi arrumar as coisinhas que colecionara durante sua passagem na Terra.
Guardou num potinho suas balas e pirulitos.
No outro potinho guardou um pouquinho de terra para mostras as amiguinhas que esteve por aqui.
Guardou também muitas sementinhas de amor, afeto respeito e compreensão. Não queria que esses sentimentos acabassem no Céu, uma vez que na Terra, já estava entrando em extinção.
A saudade a mantinha com os pés no chão. Não ia desistir.
Pegou suas 200 bexigas, rosas, vermelhas, amarelas azuis, verdes, laranjas, roxas.
Começou a enchê-las, uma a uma.
Pegou sua fita de cetim branca, amarrou nas pontas das bexigas, colocou a pequena mochila com suas bugigangas nas costas e começou a subir.
Gotinhas de água desapareciam no ar.
Eram as lágrimas dos seus olhinhos. Alegres de emoção.
A Estrelinha entendeu naquele momento, que algumas coisas devem ser contempladas de longe. Assim fica tudo até mais bonito e radiante. Lamentou-se muito por alguns sentimentos tão bonitos, estarem desaparecendo entre os seres humanos.
Quando chegou no céu, agradeceu pela oportunidade de conhecer a Terra, mesmo que acidentalmente.
Prometeu pra si mesma que plantaria todas as sementinhas, e quando estivessem maduras, colheria e jogaria do alto para caírem na Terra. Prolongando mais os sentimentos bons entre as pessoas.

Hoje quando acordei, fiquei pensando muito no que eu podia te dizer.
Eu queria encontrar um jeito de fazer chegar até você todo esse sentimento bonito, essa intensidade que palpita aqui dentro do meu coração.
Eu queria fazer chegar até você toda essa doçura cheia de saudades e vontade de sua presença.
Queria fazer chegar em palavras.
É que às vezes as palavras também são traiçoeiras, e as vezes nem de longe elas dizem tudo aquilo que a gente queria que elas dissessem.
Porque o sentimento é demais, e tudo o que eu sinto e tenho vontade de te dizer ainda não tem nome, é pura poesia desobrigada de palavras.
Entrega pura, puro sentir.
O que eu queria mesmo era poder te dar mais que um abraço apertado de feliz aniversário, mais que um bolo de milho coberto de leite condensado e coco.
Queria sair andando pela casa, na madrugada, no meio do silêncio e da escuridão do quarto.
Mas não foi preciso.
Porque você estava ali, do meu lado.
Então te abracei forte, e em silêncio.
Desejei mais do que felicidades, mais do que saúde, mais do que amor e esperança.
Hoje, eu queria mesmo era poder dar risada das coisas bobas conversando contigo, ou passar uma tarde inteirinha saboreando Borat, Ali G ou então qualquer outro filme que nos fizesse rir muito.
Vontade imensa de pirar e mergulhar e chorar e borboletear e brotoejar tudo juntinho contigo, que entende a minha loucura tão bem, porque também é a tua.
Te amo meu amor. No final das contas, é isso.
E o amor que tenho por ti, esse não é mais igual, não.
Porque cresceu, e cresce feito plantinha desavergonhada que a gente não precisa nem regar, e vai crescendo.
E quando a gente vê já tomou conta de todo o jardim, das paredes do quintal, dos muros do vizinho e já existe dentro da gente dum jeito que não se pode voltar atrás.
Meu amor, meu querido companheiro de todas as horas, um parabéns com gosto de chocolate branco, recheado de beijinho com castanha do pará, coberto por um delicioso chantilly decorado com ferrero rocher….
Amo você, sempre. E muito. E tanto… tanto!
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!